Este saco foi feita de um pano de Tais (pano de fabrico tradicional timorense, em teares) cosido através das pegas de madeira, aproveitando a franja de um só lado, virada para fora.
Há:
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30.10.08
De mão
De passeio
Malinha tiracolo
Sempre que saímos, a Cuca gosta de "levar alguém" o que significa escolher um brinquedo e com ele partilhar o passeio; o que acontecia na maior parte das vezes era que se cansava e o amigo era convidado a dar entrado no meu saco. Esta malinha surgiu para servir de "transporte" para os seus amigos pequenos. Foi a primeira tentativa da técnica de patchwork, log cabine; está forrado a flanela (para maior conforto dos transportados!) e tem apliques de botões e lacinho.
Grande de compras
Da necessidade de andar sempre com sacos, desde que os supermercados, e bem, deixaram de os fornecer, surge este saco grande e resistente que foi, também, a primeira tentativa de incursão no patchwork. Tem tecidos de todas as origens, desde o simples pano de loiça inutilizado a tecidos vindos do congo, de moçambique e da indonésia.
29.10.08
Toké
O Toké é um género de osga maiorzinha e mais colorida que existe um pouco por toda a Ásia, (toké é o nome timorense) e emite um som, gritante e estrídulo que se assemelha justamente a "tokéééééééééé". Este Toké protege-portas foi feito apartir de um pano indonésio, no qual o desenho do Toké se encontrava estampado; bastou-me recortá-lo, cosê-lo e enchê-lo (de bolinhas de esferovite); mede, da cabeça à cauda, 136 cm. A Cuca, às vezes, ata-o a uma trela e leva-o a passear...
Ratinho
Amarelinha
A Amarelinha é feita de tecido de xadrêz à frente e de amarelo sólido na traseira. Tem cabelos de orla de pompons (de cortinados) e carinha e bochechas de feltro cosidos, com olhos de missangas. É "recheada" de algodão e mede uns meros 9 cm. A Amarelinha foi a minha primeira experiência dentro dos bonecos de pano.
Família dos Coelhos
Suricata
O Suricata foi baptizado pela Cuca (provavelmente influencias do Rei Leão) e resultou da segunda perna das meias-calça que originaram o Coelho. Tem olhos de feltro e missanga e uma cauda "preensil" (ou, pelo menos, dá para atar a qualquer coisa que se deseje!!!). É recheado de bolinhas de esferovite e mede, dos pés à cabeça, 35 cm; a cauda mede 25 cm.
Coelho
Laparoto rosa
Lebre castanha
Lebre castanha, feita de meias grossas de lã, debruada a linha vermelha (ponto de Festão separado), com aplique de corações no peito e lacinho no pescoço. Os olhos são dois botões e o nariz é uma conta no interior, rodeada a linha exteriormente. É "recheado" de bolinhas de esferovite. Tem cerca de 55 cm de pé a orelha e braços que "abraçam". A minha Lebre foi inspirada no sock monkey americano e aqui vai um local de visita, que até tem instruções, basta pesquisar por sock monkey.
Flor, núvem
28.10.08
Meet Argus
A razão
"(...)Só tenho saudades de Ulisses e, nelas, se desfaz o meu coração. Os pretendentes instam pelo casamento; eu oponho-lhes a trama dos meus ardis. Um deus inspirou-me a ideia de erguer no meu quarto um grande tear e nele tecer um véu fino e comprido; fui, então procurá-los e lhes disse: - jovens, meus pretendentes, instais pelo meu casamento. O ilustre UIlisses morreu; esperai, pois, até eu acabar este véu; evitai que todos estes fios sejam pura perda; (...) Eles concordaram, não obstante a soberba dos seus corações. Então, de dia eu tecia a grande teia e, à noite, desmanchava a minha obra, à luz dos archotes."
Homero, Canto XIX, A Odisseia
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