11.2.09

Let there be Light


De um abat-jour que tapava demasiado a luz, suscitando muitas queixas, a Cuca e o pai sugeriram que se fizesse uns "buraquinhos", tipo queijo suiço, para deixar a luz respirar... o resultado é este, um abat-jour suiço. Os buraquinhos são "caseados" a Ponto de Festão unido, em linha de algodão branco pérola...

9.2.09

Following footsteps...


Domingos de chuva, cores tristes? Pega-se num novelo de linha colorida e pinta-se (cose-se!) um mundo melhor. A Cuca estava tão compenetrada que nem deu pela observação!!

6.2.09

Como um jogo


Jogo

Abro a caixa do inverno. Tiro os ventos,
as rajadas de chuva, os bancos de neve de onde
fugiram todos os pássaros. Desenrolo à minha
frente os pântanos do inverno. Ando à volta
deles para desentorpecer as pernas; sacudo
o frio das mãos; limpo a chuva que se me colou
aos cabelos. Depois volto a lançar os dados
-e avanço até à primavera.

Nuno Júdice

5.2.09

"Paint the skies with Stars"


12 Estrelas de Algodão de cor sólida e estampado, com aplicação de contas de madeira coloridas, fechadas a pesponto simples e recheadas de baeta de algodão. Estão penduradas com linha de algodão em cruzeta de canas. No encaixe do cruzamento, tem um bloquinho de cilindros metálicos que produzem um tilintado, quando lhes dá o vento!

Para pintar os sonhos da Cuca...
A receita das estrelinhas está em Casa Al Mare Patchwork

4.2.09

Dos meus três amores


Um dia na praia, a lembrar temperaturas quentinhas e dias alegres... uma prendinha da Cuca!

Um livro de Aplicações em tecido com técnicas e truques... uma prendinha do meu Ulisses!

Uma carita ensonada e confortável... uma prendinha do meu Argus!!
Miminhos dos meus amores!

3.2.09

Envelopes de Guardanapo de pano

Envelopes de Pano cru, com aplicação em algodão estampado recortado e aposto a Ponto de festão separado, em linha castanho dourado. Efeito ondulante de "movimento" em Ponto Corrido, com linha amarela.

Em cima, os pormenores do recorte, aplicação e bordado; em baixo, os envelopes abertos do lado de dentro e lado de fora.

O resultado final. A "receita" de envelopes de guardanapos está em A Ervilha Cor de Rosa, no post De pano.

A economia doméstica e a economia ambiental agradecem.

30.1.09

Barca Bela

Um desenho, colagem, montagem da Cuca, para bem dispôr e ultrapassar a borrasca!



Barca Bela

Pescador da barca bela
Onde vais pescar com ela,
Que é tão bela,
Ó pescador?

Não vês que a última estrela
No céu nublado se vela?
Colhe a vela
Ó pescador.

Deita o lanço com cautela,
Que a sereia canta bela...
Mas cautela,
Ó pescador!

Não se enrede a rede nela,
Que perdido é remo e vela,
Só de vê-la,
Ó pescador.

Pescador da barca bela,
Inda é tempo, foge dela,
Foge dela,
Ó pescador.


Almeida Garrett

Envelope de Guardanapo


Este envelope tem pouco menos idade do que eu (!!!); foi feito pela minha avó paterna e andou comigo por todas as refeições da infância. É bordado a Ponto de Cetim e as letras (Venda-me o Teimoso - eu achei durante muito tempo que aquele teimoso se referia a mim...) a Ponto Pé-de-flor (ou de Haste). Encontrei-o em arrumações e fez-me pensar que seria bom voltar aos guardanapos de pano, por todos os motivos...

Believe


Vintage com esperança!!

29.1.09

De capa a poncho!


Depois de uma semana e um dia, finalmente, terminei a capa que, agora, é um género de poncho, uma vez que passou a ter as laterais cosidas. À frente tem aselhas de crochet e botões de madeira. E, principalmente, passou do fundo do armário para a ribalta (pelo menos cá em casa, porque é super quentinha, de fazenda de lã) evitando mais um desperdício. Reciclar e reutilizar também se adapta à roupa!!

26.1.09

Ano do Boi


Começa hoje o ano novo Chinês - ao Rato sucede o Boi - portanto, de roedores passamos agora a mugir... apropriado aos tempos que correm!!!
e, para ler: Aprender a falar Muu! de Deborah Fajerman, editora Gailivro. Para todas as crianças!!

23.1.09

Capa Bordada- still in progress


Da esquerda para a direita:
Ponto de Arabesco, Ponto de Cordão, Ponto de Mosca fechado e Ponto de Pequim (ou Chinês)

Entre cada fileira de pontos diversos e coloridos, leva uma -a branco- de Ponto de Cadeia em Pluma.

21.1.09

Da minha Janela


A saga do tempo continua... chuva líquida e chuva sólida

Capa Bordada


Para variar, de cada vez que dou início a um projecto o meu personal Argus vêm discretamente incluir-se...

A capa, tal como é... desinteressante e pesada. De cada lado (da frente) vão ser bordadas linhas de algodão colorido e matizado. Alguns já estão prontos...

de cima para baixo:
Ponto de Cadeia duplo, Ponto de Cadeia em ziguezague, Ponto Corrido entrelaçado, Ponto de Cadeia torcido, Ponto de Chevron ou de galões (também conhecido por Ponto de Asna) e Ponto de Cadeia simples... para já!!

O 44º é o 1º

15.1.09

Poem Tree



Le poem tree
de tennessee
relie le coeur
à l'arc-en-ciel
délie des fleures
existentielles
déclinaisons
de l'essentiel
je t'aime
tu sémes
l'arbre à poemes
totem du fou
baptême de pluis
et l'oiseau
sur la branche joue
le poetry
du poem tree

Paula Moore

Bancos novos


Antes
(bancos de madeira em estrutura de ferro, com o assento em muito mau estado, principalmente depois de umas pinturas que ocorreram cá em casa!!!)
Depois

Inicialmente a ideia era fazer decapagem, lixar e voltar a envernizar; depois pensei em aplicar cor... mas pareceu-me demasiado definitivo...
As capas foram, assim, a solução mais rápida e fácil, com a vantagem de se poderem tirar para lavar ou simplesmente trocar de capa.

Capas em tecido de algodão estampado e axadrezado, com elástico para afixação.

14.1.09

No estendal


O frio é tanto que torna necessária a procura de sol e de luz... as meias de lã, no estendal, contra um céu azul, quentes, coloridas e luminosas propiciam a improvável ilusão... há que contrariar a ideia de frio, com todas as armas!!!!

A luz que vem das pedras, do íntimo da pedra,
tu a colhes, mulher, a distribuis
tão generosa e à janela do mundo.
O sal do mar percorre a tua língua;
não são de mais em ti as coisas mais.
Melhor que tudo, o vôo dos insectos,
o ritmo nocturno do girar dos bichos,
a chave do momento em que começa o canto
da ave ou da cigarra
-a mão que tal comanda no mesmo gesto fere
a corda do que em ti faz acordar
os olhos densos de cada dia um só.
Quem está salvando nesta respiração
boca a boca real com o o universo?

Pedro Tamen, 9, Agora Estar, 1975, Poesia 1956-1978

13.1.09

Cor no branco


Being not so crafty due to cold weather...