Em feltro branco e castanho, com conta de madeira no nariz e missanga no olho. O pequeno sabujo está debruado a Ponto de Festão separado em linha de algodão.
Há:
- Acessórios (13)
- Almofada (9)
- Aplicação (24)
- Barretes gorros e afins (9)
- Bonecos de meia (10)
- Bonecos de Pano (53)
- Bordados (35)
- Caixas (5)
- Calçado (5)
- Coasters (4)
- Crochet (40)
- Da Cuca (31)
- Design Gráfico/Desenho (7)
- Dias (37)
- Enfeites de Natal (10)
- Lãs (13)
- Livros (23)
- Música (1)
- Panóplia (26)
- Patchwork (65)
- Pintura (6)
- Poesia (28)
- Ponto Cruz (13)
- Pregadeiras (36)
- Quilting (7)
- Receitas (10)
- Remodelação e restauro (5)
- Roupa (33)
- Sacos e malas (27)
- tecidos (12)
- Vida de Casa (105)
- Work in progress (66)
7.1.10
6.1.10
Dia de Reis
Poema do Fecho Éclair
Filipe II tinha um colar de oiro,
tinha um colar de oiro com pedras rubis.
Cingia a cintura com cinto de coiro,
com fivela de oiro,
olho de perdiz.
Comia num prato
de prata lavrada
girafa trufada
rissóis de serpente.
O copo era um gomo
que em flor desabrocha,
de cristal de rocha
do mais transparente.
Andava nas salas
forradas de Arrás,
com panos por cima,
pela frente e por trás.
Tapetes flamengos,
combates de galos,
alões e podengos,
falcões e cavalos.
Dormia na cama
de prata maciça
com dossel de lhama
de franja roliça.
Na mesa do canto
vermelho damasco,
e a tíbia de um santo
guardada num frasco.
Foi dono da terra,
foi senhor do Mundo,
nada lhe faltava,
Filipe Segundo.
Tinha oiro e prata,
pedras nunca vistas,
safiras, topázios,
rubis, ametistas.
Tinha tudo, tudo,
sem peso nem conta,
bragas de veludo,
peliças de lontra.
Um homem tão grande
tem tudo o que quer.
O que ele não tinha
era um fecho éclair.
tinha um colar de oiro com pedras rubis.
Cingia a cintura com cinto de coiro,
com fivela de oiro,
olho de perdiz.
Comia num prato
de prata lavrada
girafa trufada
rissóis de serpente.
O copo era um gomo
que em flor desabrocha,
de cristal de rocha
do mais transparente.
Andava nas salas
forradas de Arrás,
com panos por cima,
pela frente e por trás.
Tapetes flamengos,
combates de galos,
alões e podengos,
falcões e cavalos.
Dormia na cama
de prata maciça
com dossel de lhama
de franja roliça.
Na mesa do canto
vermelho damasco,
e a tíbia de um santo
guardada num frasco.
Foi dono da terra,
foi senhor do Mundo,
nada lhe faltava,
Filipe Segundo.
Tinha oiro e prata,
pedras nunca vistas,
safiras, topázios,
rubis, ametistas.
Tinha tudo, tudo,
sem peso nem conta,
bragas de veludo,
peliças de lontra.
Um homem tão grande
tem tudo o que quer.
O que ele não tinha
era um fecho éclair.
António Gedeão, Poemas Escolhidos, Edições João Sá da Costa, 10.ª edição, 2006
Bom dia de Reis!
5.1.10
Pin "just ACT"
4.1.10
Casinhas e Corações (ou o Amor ao Urbanismo)
... de volta, depois de umas férias reparadoras... agora é só recuperar o ritmo e esperar que este ano consiga ultrapassar positivamente as expectativas tão negras que dele fazem!
Entretanto, e como tenho, de NOVO (!!!), a máquina avariada (é boa, não há dúvida...) vou mostrando os últimos trabalhos antes da desdita:
Entretanto, e como tenho, de NOVO (!!!), a máquina avariada (é boa, não há dúvida...) vou mostrando os últimos trabalhos antes da desdita:
os Blocos foram feitos a partir destas casinhas e de corações aplicados a Ponto de Festão separado com linha de algodão n.º12, com tecidos 100% algodão; os blocos são cosidos alternadamente e envoltos em "caixa" fina em bordeaux, rodeada por faixa larga em algodão africano. Tem quatro olhais em tecido para pendurar.
Acabei de saber que morreu La Llorona.
Fica connosco, g(c)ravada na memória, a voz profunda e dolorida de Llasa de Sela.
Acabei de saber que morreu La Llorona.
Fica connosco, g(c)ravada na memória, a voz profunda e dolorida de Llasa de Sela.
31.12.09
Nova década
22.12.09
Reciclagem e Festas Felizes
Uma sugestão tardia:
-uma garrafa vazia,
-uma meia em bom estado na cor desejada,
-linha de algodão não muito fina,
-fita de cetim a condizer,
e, depois, é só cortar a meia à medida do corpo da garrafa, debruar-lhe as extremidades a Ponto de Festão separado, bordar um motivo natalício a Ponto atrás e aproveitar como garrafa ou mesmo jarra. Pra lavar é só retirar a "roupa". Não fica giro?
E, com todos em casa, já não sobra tempo para mais nada a não ser desejar:
FELIZ NATAL!
18.12.09
17.12.09
Ouro (e o trio)
Com o portador do Ouro fica completo o trio de Reis Magos.


O último tens a mesmas características dos seus companheiros, com um botão dourado antigo a simbolizar a sua oferenda.
O último tens a mesmas características dos seus companheiros, com um botão dourado antigo a simbolizar a sua oferenda.
16.12.09
Incenso
O portador do Incenso é em tudo semelhante ao outro Rei. Difere, apenas, nos detalhes da barba, que são executados em Ponto atrás e o Incenso que é feito de um botão de madeira e uma parte de um brinco partido (sim, eu guardo TUDO!!); a orla da vestimenta, apesar de ter um padrão diferente, é do mesmo algodão italiano.
15.12.09
Mirra
...não domino a simbologia católica nem os seus ritos ou histórias; cá em casa nem sequer temos o hábito de fazer Presépios (lembro-me, remotamente, de um com figuras de barro e pinturas a ouro que a minha Avó montava...). Gosto, porém, dos Reis Magos... mas... continuo sem saber, depois de andado à procura, se se diz Melquior ou Belchior, se Baltazar era Negro ou Árabe, se Gaspar era mais jovem do que os outros e quem levava a Mirra, o Ouro e o Incenso (no que eram, curiosamente há unanimidade!) como presente ao nascituro e, ainda, a hipótese de os presentes não serem entregues ao bebé mas à criança que Jesus já seria... no meio de tanta confusão que não pude, ou não sobe esclarecer, optei por fazer os meus próprios Reis Magos, fiéis apenas à minha vontade.
O portador da Mirra (plástico transparente pertencente a algo que se partiu e que estava guardado dentro do meu frasco dos botões), é estruturalmente feito em feltro fino (mantém melhor a forma) tendo as feições, coroa e luvas, em feltro macio com traços e pormenores bordados a Ponto de Cadeia em linha de algodão, apostos a Ponto de Festão separado. A orla da vestimenta e a dobra das luvas tem uma tira de tecido italiano, estampado, 100% algodão. Lantejoulas douradas e quadradas acrescentam o brilho do Rei.
O portador da Mirra mede aprox. 25 cm.
14.12.09
Party flower
Em fazenda de lã, com a "formação" em designsponge. É super fácil de fazer e o resultado é reconfortante. É só ir até lá e aprender!
11.12.09
Coasters de Natal
Dez coasters de feltro (o escolhido foi o mais fino, por uma questão de estabilidade dos copos de pé alto) vermelho pespontados com 5 pontos decorativos à máquina, em linha de algodão cinza e branco. Medem 9 x9 cm e guardam-se envoltos em pequena faixa, também pespontada, num ponto diferente, em cinza.
10.12.09
Uma
Casa "envolta" em square in square, de dimensões variáveis em tecido de origem africana e pano crú português, com debrum e avesso do mesmo tecido do segundo square, sendo o quarto do mesmo tecido do telhado da casa.
Acolchoado à máquina com linha de algodão mercerizada azul e vermelha e estrelas bordadas a ponto atrás. Mini Quilt mede, aprox, 28 x 25 cm.
Ah, e Uma significa Casa em Tétum!
9.12.09
7.12.09
Publicidade
Os meus bonecos Lebre Castanha (Bonecos de meia) e Little Monkey (Bonecos de Pano) foram convidados a aparecer nas sugestões de Natal da revista Nova Gente Especial Soluções Bricolage... a próxima sai em Março!
Categorias:
Bonecos de meia,
Bonecos de Pano,
Panóplia
4.12.09
Birds of a feather...
Assinar:
Postagens (Atom)

