Da lã que sobrou dos "arranjos" da Canadiana saiu um gorro de abertos e fechados, terminado em fileira de malha alta e duas de malha rasa; A flor (cujo centro é um botão forrado) e folhas são apostas à parte e passíveis de retirar. O meu modelo preferido ofereceu-se imediatamente para o "passar"...
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1.2.10
Sobras
Da lã que sobrou dos "arranjos" da Canadiana saiu um gorro de abertos e fechados, terminado em fileira de malha alta e duas de malha rasa; A flor (cujo centro é um botão forrado) e folhas são apostas à parte e passíveis de retirar. O meu modelo preferido ofereceu-se imediatamente para o "passar"...
29.1.10
Metamorfose, ma non tropo
Este ano tinha-me resolvido a não comprar nada que não fosse absolutamente necessário, principalmente para conseguir vergar o impulso consumista... mas depois há os saldos... haverá alguma mulher que lhes consiga resistir? Eu, pelos vistos, não!!
Encontrei esta Canadiana, modelo intemporal e sempre apetecível (para mim, claro) mas não se pode dizer que prime pela originalidade...
Encontrei esta Canadiana, modelo intemporal e sempre apetecível (para mim, claro) mas não se pode dizer que prime pela originalidade...
...antes de a trazer comigo, e enquanto ponderava os prós e os contras, atentei nos pormenores que me desgostavam e esboçei a mudança. Ainda com ela no saco, comprei lã de uma cor semelhante e...
desatei a fazer quadrados afegãos que passaram a segurar os olhais e os botões,
e a debruar bolsos, mangas e capuz em Ponto de Festão separado,
A parte de trás tinha esta presilha segura com dois botões redondos que não tinham nada a ver com nada...
...e passou a ter dois triângulos afegãos ligados por cordão alto.
Apesar de nas fotos não se notar muito, por estar um dia cinzento e pelo facto da lã ser quase da mesma cor da fazenda o resultado é muito apelativo e a minha Canadiana, apesar de resultar de um ímpeto negativo acaba por fazer parte de um lógica de reciclagem e inovação.
28.1.10
Miss Seventies
Ei-la, pronta a partilhar dias de sol com Mr. Grey...
É, como os outros, de Pano Crú, recheada a bolinhas de esferovite e bordada a Ponto de Cadeia, Ponto Atrás e Ponto de Cetim em linha de algodão, os tecidos são apostos em Ponto de Festão separado que também é usado para o debrum. A única diferença é a inclusão de lantejoulas e o relevo (receio que na foto não se note!) das maminhas, que são contas de madeira.
27.1.10
A companhia II
25.1.10
22.1.10
Mr. Grey
Não sei se pelos dias se pela disposição em geral, o cinzento ronda... Mr. Grey é a prova.
Mais um Vodu "Positivo", da família Hug ME; Base em Pano crú, bordado a linha de algodão em Ponto de Cadeia, Ponto de Cetim e Ponto Atrás e tecidos (Espinhado para as calças, feltro fino para o casaco, feltro grosso para o jornal e pantufas, cambraia para o lenço) apostos em Ponto de Festão separado. Tal como o resto da família é recheado a bolinhas de esferovite e, neste caso, debruado a linha de algodão cinza. Mede, aproximadamente, 25 cm.
No início achei que era inegavelmente British mas... aquele bigodinho suscita dúvidas... será Prussiano?
Mais um Vodu "Positivo", da família Hug ME; Base em Pano crú, bordado a linha de algodão em Ponto de Cadeia, Ponto de Cetim e Ponto Atrás e tecidos (Espinhado para as calças, feltro fino para o casaco, feltro grosso para o jornal e pantufas, cambraia para o lenço) apostos em Ponto de Festão separado. Tal como o resto da família é recheado a bolinhas de esferovite e, neste caso, debruado a linha de algodão cinza. Mede, aproximadamente, 25 cm.
No início achei que era inegavelmente British mas... aquele bigodinho suscita dúvidas... será Prussiano?
20.1.10
Hush a bye baby
Bem... não é in a tree top mas... numa alcofa fofinha, recheada a enchimento sintético e bolinhas de esferovite. A base é de Pano Crú, a almofada de feltro, a colcha de cambraia acolchoada à mão, a mantinha de linha de algodão para quadrado Afegão em Crochet, o lençol é em bordado inglês, o biberão é de feltro recheado a enchimento e pendurado por linha de algodão; Os traços do bebé são bordados a linha de algodão em Ponto de Cadeia - excepto as bochechas que são aplicadas, as mãos em Nós de Canutilho e a boca em Ponto de Cetim. A lã foi usada para a touca do bebé (Ponto de Cadeia) e para envolver toda a alcofa (Ponto de Festão separado). Falta só referir as letras do parte de trás que são bordadas, também, a Ponto de Cadeia com linha de algodão. Mede aproximadamente 15 cm comp. Ufa...
Pondo de parte as "tecnicalidades" tenho de dizer que construir este bebé foi um verdadeiro prazer apesar das partes pequeninas terem constituído um enorme desafio!
Pondo de parte as "tecnicalidades" tenho de dizer que construir este bebé foi um verdadeiro prazer apesar das partes pequeninas terem constituído um enorme desafio!
19.1.10
...os estarolas!
18.1.10
Às bolas para...
15.1.10
14.1.10
Folk
...andei à procura da expressão portuguesa para Folk e, apesar da nossa palavra "folclore" vir daí (folk+lore) não consegui referenciar uma palavra que fosse sinónimo de cultura e/ou tradição popular... any ideas?
Seja como for, andei a espreitar alguns desenhos de bordados russos e de países de leste mas, também, da nossa tradição. Da mistura de ideias saiu esta dália (?) bordada a linha matizada de algodão em pano crú.
E, de caminho, aprendi finalmente a fazer os Nós de Canutilho que afinal é tão fácil (basta enrolar a linha - as voltas necessárias - desde a base do último ponto até ao sítio onde se quer o próximo ponto... só de pensar o tempo que perdi para perceber a mecânica da coisa...). E ainda Ponto de Cetim, Ponto de Festão separado (descobri que se chama Ponto de Cobertor em Inglês), Ponto Pé-de-Flor ou de Haste, Ponto de Cadeia, Ponto Atrás e Ponto de Pluma.
13.1.10
Afegãos
12.1.10
Antes e depois
A Cuca disse-me, com ar desagradado, que a maioria das minhas luvas eram muito chatas... se liso é chato, então é verdade!
Pensei o que poderia fazer para que continuassem discretas mas ganhando nova vida: lembrei-me de fazer um cristal de neve (mas há-os aos montes)...só se fosse mais estilizado; e o que há de melhor se não um quadradinho Afegão (acho que mais conhecido por quadrado da Avó)? Foi o que acabou por ficar: quadrado Afegão apenas com duas carreiras, em lã cinza e rato, aplicados em losango.
O meu personal Argus ficou interessado!!
Pensei o que poderia fazer para que continuassem discretas mas ganhando nova vida: lembrei-me de fazer um cristal de neve (mas há-os aos montes)...só se fosse mais estilizado; e o que há de melhor se não um quadradinho Afegão (acho que mais conhecido por quadrado da Avó)? Foi o que acabou por ficar: quadrado Afegão apenas com duas carreiras, em lã cinza e rato, aplicados em losango.
O meu personal Argus ficou interessado!!
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Acessórios,
Aplicação,
Crochet,
Vida de Casa
11.1.10
Onde moro
8.1.10
Folhas recortadas
7.1.10
Pregadeira ""Basset Hound"
6.1.10
Dia de Reis
Poema do Fecho Éclair
Filipe II tinha um colar de oiro,
tinha um colar de oiro com pedras rubis.
Cingia a cintura com cinto de coiro,
com fivela de oiro,
olho de perdiz.
Comia num prato
de prata lavrada
girafa trufada
rissóis de serpente.
O copo era um gomo
que em flor desabrocha,
de cristal de rocha
do mais transparente.
Andava nas salas
forradas de Arrás,
com panos por cima,
pela frente e por trás.
Tapetes flamengos,
combates de galos,
alões e podengos,
falcões e cavalos.
Dormia na cama
de prata maciça
com dossel de lhama
de franja roliça.
Na mesa do canto
vermelho damasco,
e a tíbia de um santo
guardada num frasco.
Foi dono da terra,
foi senhor do Mundo,
nada lhe faltava,
Filipe Segundo.
Tinha oiro e prata,
pedras nunca vistas,
safiras, topázios,
rubis, ametistas.
Tinha tudo, tudo,
sem peso nem conta,
bragas de veludo,
peliças de lontra.
Um homem tão grande
tem tudo o que quer.
O que ele não tinha
era um fecho éclair.
tinha um colar de oiro com pedras rubis.
Cingia a cintura com cinto de coiro,
com fivela de oiro,
olho de perdiz.
Comia num prato
de prata lavrada
girafa trufada
rissóis de serpente.
O copo era um gomo
que em flor desabrocha,
de cristal de rocha
do mais transparente.
Andava nas salas
forradas de Arrás,
com panos por cima,
pela frente e por trás.
Tapetes flamengos,
combates de galos,
alões e podengos,
falcões e cavalos.
Dormia na cama
de prata maciça
com dossel de lhama
de franja roliça.
Na mesa do canto
vermelho damasco,
e a tíbia de um santo
guardada num frasco.
Foi dono da terra,
foi senhor do Mundo,
nada lhe faltava,
Filipe Segundo.
Tinha oiro e prata,
pedras nunca vistas,
safiras, topázios,
rubis, ametistas.
Tinha tudo, tudo,
sem peso nem conta,
bragas de veludo,
peliças de lontra.
Um homem tão grande
tem tudo o que quer.
O que ele não tinha
era um fecho éclair.
António Gedeão, Poemas Escolhidos, Edições João Sá da Costa, 10.ª edição, 2006
Bom dia de Reis!
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