15.4.10

Modelo da Mãe






Botinhas de lã rosa, seguindo o modelo ensinado pela minha mãe, com agulhas circulares em Tricot de meia e liga. O cordão que as aperta é removível e em cordão de Crochet.
Estão disponíveis na Loja.

14.4.10

Alecrim aos molhos




Quem alguma vez recebeu alecrim pelo correio ponha o dedo no ar!

Serve este post para dar conta da estranheza e da alegria aromática que é receber este pedaço de vida silvestre através de tal instituição urbana e, também, para agradecer aos três intervenientes nesta pequena/grande surpresa!! O cheiro propaga-se pela casa toda...


13.4.10

Xarém das manas Salgadinho




Há imensas receitas de Xarém pela Net mas nenhuma igual ao Xarém que a minha mãe e a minha tia fazem, talvez porque o começassem a fazer em tempos em que não havia tudo o fazia falta e era necessário improvisar...
Fi-lo pela primeira vez e, como correu tão bem, resolvi partilhar porque é uma experiência gastronómica incrível! Para a próxima acho que experimento um Xarém vegetariano...


É preciso, para duas pessoas:

-2 postas de peixe (eu usei pescada mas pode ser qualquer outro, a gosto)
que se cozem com
-uma pitada de sal
-duas malaguetas
reservando a água da cozedura.

Faz-se um refogado (preferencialmente em tacho de barro - não foi o meu caso!!) com
-2 colheres de sopa de azeite
-2 dentes de alho
-1/2 pimento vermelho cortado aos cubinhos
e reserva-se.

À água do peixe, já arrefecida, junta-se, em chuva,
-6 colheres de sopa de sêmola de milho (também conhecido por carolo de milho)
misturando bem.

Este preparado junta-se ao refogado anteriormente feito e, mexendo sempre, deixa-se a cozer em lume médio.
A meio da cozedura (quando o grão começar a ficar menos duro) junta-se
-miolo de camarão (ou camarão crescido).

O Xarém está pronto quando não se sentem os grãos de milho, ou seja, quando a papa uniformizar. Nessa altura acrescentam-se as postas do peixe desfiado ou cortado aos pedaços e finaliza-se com
- um molhinho de coentros bem secos.

Eu não gosto de bivalves de espécie alguma mas podem acrescentar-se ao Xarém aquando da colocação dos camarões.

Depois, se fecharmos os olhos, sentimo-nos no Algarve, debaixo de algum alpendre a ouvir as cigarras...



12.4.10

Segunda Casa







E, de volta à rotina, uma encomenda para a Inês, que tem a mesma idade da Cuca!

Esta casinha é estruturalmente igual à anterior, com diferenças apenas em alguns apontamentos personalizados: nesta, as flores não são de madeira mas de Crochet, a relva não é em Ponto de Cadeia mas em fita de debruar, há uma borboleta bordada e uma tabuleta indicativa com o nome e um coelhinho a saltitar perto da árvore, também em Ponto de Cadeia e o tecido que forra a malinha é em tons de vermelho. O tecido que forma a copa da árvore é de um padrão diferente mas igualmente aplicado a Ponto de Festão separado. O botão no topo é maior e transparente, mantendo-se o fecho em bride.

30.3.10

Páscoa Feliz



Com a Cuca em casa os trabalhos abrandam e "viram-se" para ela. A Purl Bee tinha uns coelhinhos com a função de fantoche de dedo (The Purl Bee, Bunny finger puppets) e resolvi adaptar com o que tinha disponível, acrescentando mais um pinto, para completar o ramalhete da Páscoa. Foi um trabalho a quatro mãos!



(este foi baptizado sugestivamente de Coelho de Marte!)


E, já agora, uma Boa Páscoa!

26.3.10

A fat lot IV e última






A última é um pouco maior do que as outras, mantendo, porém as mesmas características. Vão agora para a Loja!

25.3.10

A fat lot III e uma chegada!





A terceira banhista junta-se ao grupo com as mesmas características das suas congéneres!

E a notícia da chegada do Sr. Grey, agora rebaptizado de Hans Castorp (foi uma promoção e tanto, apesar da morte anunciada do personagem!!) pela sua nova dona, aqui. Obrigada, Vera!

24.3.10

A fat lot II







Depois da morena, a loira, que é feita com os mesmos materiais e os mesmo Pontos!
(a luz de hoje -sem sol- faz as fotos menos intensas...)

23.3.10

A fat lot







A Pública de 13 de Março tinha esta fotografia de Gabourey Sidibe ("Precious") que desde então me andou a dançar na cabeça. De lá passou para a mão, da mão para o papel e deste para o tecido. A expressão "a fat lot" é usada comummente de modo irónico, significando o seu contrário...

A Banhista é feita de Pano Cru em Ponto de Cadeia e Atrás bordados em Linha de Algodão de diferentes espessuras. É debruada a Ponto de Festão separado e "recheada" a bolinhas de esferovite.

22.3.10

Aqui há "gata"







E, para complementar, o gorrinho, na mesma linha e com as mesmas malhas das botinhas mas com a ordem das cores invertidas e, claro, as orelhitas de...gata!!

19.3.10

In pink







Rendo-me às botinhas... é viciante. Estas são em linhas mate e acetinada de algodão, em Malha Meia alta, de Cordão e de Ananás. Acrescentei umas palmilhas em cambraia rosa, "recheadas" a dracalon.

17.3.10

Botinhas da avó




Linha matizada para experimentar a "receita" da minha avó (relembrada pela minha mãe) no que diz respeito a botinhas de bebé. São fáceis, rápidas e... adoráveis!!

16.3.10

... e já não há mais título para este post (mas são os úlimos dois pins inspirados na Alice)!!



"(...) Mas é tudo tão curioso hoje. Acho que o melhor é entrar imediatamente. E lá foi ela. (...)"



"(...)Vais habituar-te com o tempo, disse a Lagarta; e, pondo o cachimbo na boca, recomeçou a fumar. (...)"



Pregadeiras em Pano Cru, bordadas em Linha de algodão mercerizada em Ponto Atrás e de Cadeia, com extensões maiores de negro a marcador têxtil.