19.5.10

Reaproveitamentos






Pegue-se num cinto estragado e num novelo de linha matizada, faça-se malha meia alta e malha alta em Crochet, "forre-se" a fivela e a extremidade do cinto; acrescente-se uma pulseira revestida do mesmo material e... obtem-se uma criança feliz!

17.5.10

Casinha Rosa







Este saco/casinha é um pouco mais pequeno do que as outras versões por ser para uma menina mais pequenina; por esse motivo não tem botões nem outros que tais, tendo todos os motivos bordados em linha de algodão em Pontos de Cadeia, Atrás e de Festão separado. A relva é uma aplicação de fita de debruar. O saco tem a base em pano cru e sarja fina, forrado com algodão de padrão floral, tem enchimento em dracalon e todos os restantes tecidos aplicados são, também, de algodão. Fecha-se com "botão" de Crochet em aselha de bride.

...só um cheirinho...



...para a Ana!
(amanhã há mais.)

14.5.10

Mais Pulseiras de Crochet






Em malha meio alta de Crochet, com linha de algodão em preto e cinza e um pequeno ® bordado a Ponto Atrás.

11.5.10

Pregadeira Gótica






Foi feita tendo em mente o imaginário gótico para alguém que o aprecia. A base é de pano cru, pintado com tinta têxtil e bordada a Ponto de Cadeia e Ponto Atrás em preto e vermelho com linha de algodão. A cercadura de Crochet é feita em malha meio alta em linha crua. Está acolchoada com Ponto Adiante. A parte de trás, que segura o alfinete, tem uma argola que serve a possibilidade de se usar como pendente.

10.5.10

... às riscas!







Um bicho às riscas para uma menina pequenina, em meia de algodão, debruado a Ponto de Festão Separado com linha de algodão; os olhos são em feltro sobreposto e debruado a Festão, tal como o nariz; a boca é delineada a Ponto de Cadeia. Tem um coração em Ponto Atrás, uma cauda pompom em fio de algodão branco e é "recheado" inteiramente a dracalon... para dar uns abraços mais confortáveis!

7.5.10

Convalescênça




O Argos cá de casa já está em plena reabilitação, depois das desventuras; agora um pouco mais mimalho... Segunda já "tiramos" os pontos!

3.5.10

Chibos Sabichões








Este vai ser o cenário e as personagens da história da próxima oficina de movimento criativo do Teatro Aveirense, criados a partir das ilustrações do Livro Chibos Sabichões de Olalla González e Frederico Fernández. Recortes em cartolina e acetato sobre cambraia.

29.4.10

Quase...




... o debrum, em algodão axadrezado, para finalizar a semana! O resto (enchimento e traseira) vai ficar para daqui a uns tempos... que isto de fazer coisas de empreitada também cansa!!

All together now!




O topo está completo, falta...

28.4.10

[] [] [] [] [] [] para a esquerda e para a direita



...rectângulos acoplados verticalmente em grupos de três...

27.4.10

[] [] [] [] [] [] para cima e para baixo



Rectângulos de ganga acoplados horizontalmente e...

26.4.10

[] [] [] [] [] [] de ganga




Cortar nem sei quantas dezenas de rectângulos de ganga faz doer as mãos...

24.4.10

25 de Abril

23.4.10

Dia do Livro







Em 1972 viviam-se tempos cinzentos, apesar da minha infância colorida. Mas mesmo no espectro de cinzentos à pontos mais claros.
Este Livro da Mulher tem uma abrangência que vai desde os jogos Olímpicos de Munique até saber tirar nódoas várias de superfícies várias, passando pela decoração, saúde, plantas de interior e exterior, moda, culinária portuguesa e estrangeira... as minhas áreas preferidas são as dos brinquedos para crianças e, claro, das artes com linhas.
Neste dia do Livro pareceu-me uma boa escolha.

22.4.10

Um saco azul para o planeta azul







Para comemorar o dia da Terra, um saco que evite desperdício dos de plástico! Este foi feito a partir de um Patchwork que não tinha destino, aproveitando outros tecidos que já tinha. A diversidade dos tecidos (ainda que todos de algodão) serve o propósito do reaproveitamento, o da reciclagem e é, ainda, uma pequena homenagem à diversidade da Terra. O saco é forrado e tem, no seu interior, um bolso (de umas calças de ganga desaproveitadas). Com as sobras acrescentei uma carteira para os trocos, com uma pequena alça.
Vai, a seguir para a Loja.

E, porque hoje é o dia da Terra:

AS DUAS MÃOS DA TERRA

Eu procurei e era vapor ou sonho
e era o mundo, o rumor do estio
com os seus barcos de folhagem entre as pedras
e o sol por sobre os muros, a linguagem
dos gestos quase imóveis no ardor
monótono e sombrio de uma brancura
que vencia o tempo e era o ombro
e o seio da terra entre o verde e a cinza.
Eu procurava e recebia o sopro
de um fogo em labirintos áridos
e a violência reunia-se num flanco
vermelho, companheira
que ardia adormecida e se elevava
sem sobressaltos à nudez do cimo.
Era como se a terra amasse o sonho
e com a mão de fogo e a mão de água
desenhasse o instante da primeira
alegria divina. Eu recebia
as formas que se abriam e encerravam
em círculos vagarosos de uma matéria pura.

As Duas Mãos da Terra, Acordes, 1989, António Ramos Rosa

21.4.10

Pulseira de Crochet




Depois do sucesso (!!) com o colar apeteceu-me experimentar com uma pulseira... a técnica utilizada foi, necessariamente, um pouco diferente e acrescentei um ponto corrido - a branco- por entre as malhas meio altas do Crochet. O resultado é gratificante, apesar de demorar algum tempo.